sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Carreira: 6 habilidades de TI que você precisa ter – parte I

Conheça nesta primeira reportagem sobre o tema as seis habilidades que as empresas de tecnologia estão buscando em seus novos profissionais. Você já tem essas cartas na manga?

Você falou com algum recrutador de empresa de alta tecnologia ou professor de ciências da computação recentemente? Segundo alguns especialistas norte-americanos, a escassez prevista para a área de TI há cerca de um ano já é realidade.

“Tudo o que eu vejo no Vale do Silício é totalmente contrário à suposição de que os programadores estão perdendo espaço e perdendo posições para offshore. De grandes companhias a start-ups, as empresas estão contratando o máximo possível”, comenta Kevin Scott, gerente sênior de engenharia do Google e membro da divisão educacional da Association for Computing Machinery.

Muitos recrutadores dizem que existem mais posições abertas do que eles conseguem preencher. Essa é a opinião, por exemplo, de Kate Kaiser, professora de TI da Universidade de Marquette, em Milwaukee, que aponta que os estudantes estão sendo contratados mesmo antes de se formar. Em janeiro, a executiva perguntou a 34 de seus estudantes de análise de sistemas e design quantos já tinham aceito trabalho para depois da formatura, em maio. Vinte e quatro deles levantaram as mãos. “Eu tenho certeza que os outros dez que não tinham recebido propostas até então já estão empregados até agora”, comenta.

No entanto, as vagas estão sobrando apenas para quem tem as habilidades corretas. Se você quer ser parte dessa onda, leia – nesta primeira reportagem sobre o tema – o que os especialistas dizem sobre capacitação para o futuro próximo.

1-) Habilidades com máquinas
À medida que as companhias trabalham para construir softwares como filtros colaborativos, filtros de spam e aplicações de detecção de fraude que buscam padrões em grandes conjuntos de dados, alguns especialistas dizem que existe uma necessidade crescente por pessoas com conhecimentos de aprendizagem de máquina, ou habilidade para desenhar e desenvolver algoritmos e técnicas para aprimorar o desempenho de computadores.

“E não é apenas o caso do Google. Existem várias aplicações que têm tamanhos muito, muito grandes, o que cria um problema fundamental de como você organiza os dados e apresenta aos usuários”, comenta Scott.

A demanda por essas aplicações está elevando também a necessidade por habilidades em data mining, modelagem estatística e estruturação de dados. Segundo ele, uma pessoa pode conhecer a aprendizagem de máquinas por meio de experiência profissional ou por cursos avançados extra-curriculares ou mesmo por uma graduação.

2-) Aplicações avançadas em plataformas móveis
A corrida por entregar conteúdo por meio de dispositivos móveis está ligada aos dias mais selvagens da internet, ainda nos anos 90, diz Sean Ebner, vice-presidente de serviços profissionais da Spherion Pacific Enterprises, empresa de recrutamento de Fort Lauderdale.

Mas aparelhos como BlackBerries e Treos se tornando tão importantes no dia-a-dia corporativo, diz ele, as companhias precisam de pessoas aptas por estender aplicações como ERP, sistemas de compras ou despesas a esses aparelhos. “Eles precisam de pessoas que levem aplicações a esses aparelhos”, complementa Scott.

3-) Redes sem fio a fundo
Com a proliferação de padrões como Wi-Fi, WiMax e Bluetooth, conhecimento em segurança de transmissões sem-fio está na lista prioritária de habilidades desejadas por um empregador da área de tecnologia, diz Neill Hopkins, vice-presidente de desenvolvimento de talentos na CompTIA. “Se eu precisasse contratar um especialista em tecnologias sem-fio, eu também gostaria que ele entendesse as implicações de segurança daquilo e que a incluísse desde os controles iniciais”, aponta Howard Schmidt, presidente da Information Systems Security Association e ex-CSO da eBay.

Mas não vá ao mercado apenas com uma certificação em tecnologias sem-fio. Segundo o executivo, ninguém consegue uma boa contração como técnico em wireless. É necessário ser administrador de rede com especialização em tecnologia sem-fio, de forma que o profissional pode saber qual o papel desempenhado pelo wireless em uma rede.

4-) Interfaces inteligentes
Outra área que deverá registrar uma demanda crescente é a de interação homem-computador ou de design de interface ao usuário – que é a elaboração de interface ao usuário para aplicações web ou desktop.

“Tem existido mais reconhecimento ao longo do tempo de que não está tudo certo em um engenheiro apenas jogar uma interface de qualquer jeito a uma aplicação. Os consumidores estão vendo cada vez mais produtos bem desenhados. Então, porque eles não deveriam ter essa demanda em cada parte de software que utilizam?”, aponta Scott, ressaltando a preocupação crescente de empresas como a Apple sobre o assunto. O profissional que tiver essa qualificação, de fato deve ser bem visto pelos empregadores.

5) Gerentes (verdadeiros) de projeto
Gerentes de projeto sempre foram muito procurados, mas o crescimento da intolerância por verbas adicionais ou projetos falhos fez com que crescesse ainda mais a demanda por esses profissionais, tidos como pessoas que “sabem o que estão fazendo”, garante Grant Gordon, gerente da empresa Intronic Solutions Group, da área de recrutamento.

“Os recrutadores estão procurando ‘verdadeiros gerentes de projetos’, não apenas pessoas que têm esta indicação em seu título. Os empregadores querem pessoas que possam ter uma visão do ciclo de vida do produto e gerenciar verdadeiramente um projeto”, diz.
No processo de seleção, Gordon geralmente faz com que um especialista entreviste o candidato sobre determinado assunto e o coloque em situações para serem resolvidas. Dessa forma, consegue avaliar como o candidato lidou com situações diferenciadas no passado. “É fácil regurgitar o que você aprendeu do PMBOK –Project Management Institute’s Project Management Body of Knowledge – mas quando diz respeito a coisas como gerenciamento de conflito, você começa a ver se eles realmente sabem o que estão fazendo”, comenta.

6-) Conhecimentos sobre redes
Não importa onde você trabalha em TI. Você não consegue escapar do conceito de redes. Isso torna crucial a existência de certas habilidades para alguns profissionais que geralmente não têm esse tipo de relacionamento nas veias, como os engenheiros de software.

O conselho é que, pelo menos, esses profissionais trabalhem conceitos básicos de rede, como TCP/IP, ethernet e fibra óptica, além de computação distribuída.

“Existe uma necessidade crescente de que profissionais que escrevem aplicações instaladas em data centers saibam também o impacto que suas criações têm nas redes. Eles também precisam entender como tirar vantagem da rede no design de suas aplicações”, comenta Scott.

Conheça nesta quarta-feira (25/07) as outras seis habilidades que estão cada vez mais requisitadas pelas empresas de TI.

FONTE:Computerworld

24/07/2007

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hmm, bem interessante td isso,, querem só td em um, bom,, peguei essa notícia na computerworld e tô pra ver o q vem na parte dois dessa matéria! =) há,, particularmente achei muito interessante a parte de interfaces, hé, lamento contrariar alguns engenheiros, mas faça as coisas funcionarem e faça uma interface bunitinha tbm viu DR.!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Instituições cearenses serão interligadas pela GigaFor

Instituições cearenses serão interligadas pela GigaFor

A Rede Metropolitana de Fortaleza terá extensão de 79 quilômetros de cabos de fibra ótica, com velocidade de um gigabite

O Ceará entra definitivamente na era digital de banda larga, da internet de alta velocidade. A partir do dia seis de agosto próximo, as instituições de pesquisas, de educação superior e tecnológicas do Estado começam a ser interligadas a um gigabite por segundo, através da Rede Metropolitana de Fortaleza (GigaFor), com uma extensão de 79 quilômetros de cabos de fibra óptica.

A GigaFor é parte do projeto Rede Comep, que objetiva a implantação de teias metropolitanas em todas as capitais brasileiras, a partir da Rede Ipê, uma nova geração da rede acadêmica, mantida pela Rede Nacional de Pesquisas (RNP), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Segundo o governo do Estado, para concluir a licitação — no Pará a rede já está instalada —, o Ceará recebeu R$ 1,5 milhão da RNP, para aplicação no projeto.

´O GigaFor, como o próprio nome sugere, é uma rede de Internet de alta velocidade e resolução, que irá interligar todas as instituições de pesquisas do Ceará às demais universidades do País´, destaca o secretário adjunto da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), Mauro Oliveira. Segundo ele, esse é o primeiro passo para levar para todo a capital e o Interior cearense, a internet de alta velocidade e, futuramente, a TV digital.

Inicialmente, explica Oliveira, o Gigafor irá garantir maior dinâmica na comunicação entre pesquisadores, acadêmicos e estudantes das instituições interligadas. Além de viabilizar discussões, trocas de trabalhos e teleconferências em tempo real. Isto, acrescenta, vai permitir ainda o desenvolvimento de novas pesquisas, de protocolos de comunicação, de tecnologias de roteamento e até a realização de cirurgias à distância - através da telemedicina.

Oliveira explica que, como o cabo principal forma um anel com 36 fibras óticas, duas vezes superior ao do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no Eusébio, que tem 12 fibras, o GigaFor vai interligar também os órgãos estaduais e municipais de Fortaleza, além da Companhia Energética do Ceará (Coelce). ´Estado e Prefeitura foram integradas ao projeto porque concederam desoneração de impostos, enquanto a Coelce liberou os postes, sem custo, para a estruturação da fibra ótica´, justifica Oliveira.

Em Fortaleza desde o dia 16 de fevereiro deste ano, os cabos custaram R$ 378.773,74, e serão instalados pela empresa Ômega Construção. Segundo a Secitece, R$ 823.017,16, serão investidos nos serviços de implantação da rede, enquanto outros R$ 178.673,88, foram aplicados na aquisição de equipamentos para a GigaFor.

Participarão da GigaFor a Universidade de Fortaleza (Unifor), a UFC, a Fundação Universidade Estadual do Ceará, o Centro Federal de Educação Tecnológica do Estado, a Escola de Saúde Pública, o Instituto Centro de Ensino Tecnológico; Embrapa Agroindústria Tropical; Funceme, Hospital Geral de Fortaleza; Instituto Atlântico e Inpe/Roen.

FONTE: Diário do Nordeste

30/07/2007

domingo, 29 de julho de 2007

Descompilor para Java.

Overview: DJ Java Decompiler is Windows decompiler and disassembler for Java that reconstructs the original source code from the compiled binary CLASS files (for example Java applets). DJ Java Decompiler is able to decompile complex Java applets and binaries, producing accurate source code. DJ Java Decompiler is a stand-alone Windows application; it doesn't require having Java installed.DJ Java Decompiler is not just Java decompiler and disassembler but it is also a fully featured Java editor using the graphic user interface with syntax-coloring.Version 3.9.9.91 adds new options in new options in "View" menu, allows more detailed view of the methods, constants, interfaces, and attributes.

Format: Software | Size: 4,316KB | Date: Sep 2005 | Version: 3.9.9.91 | System Requirements: Windows 95/98/Me/NT/2000/XP/2003 Server | License: Free to try | Price: $19.99 | Limitations: 10-uses trial

Download: http://software.techrepublic.com.com/download.aspx?docid=213547


Parece que agora temos uma ferramenta bastante interessante para descompilar os "nossos" arquivos applets e binários desenvolvidos em java. Não tinha conhecimento desse DJ Java Decompiler e por falta de tempo ainda não pude testa-lo, mas acredito que seja uma ferramente bastante interessante.

Compilador: Ferramente utilizada pelos desenvolvedores de softwares que tem a "função" de transformar o código-fonte em código de máquina tendo como resultado final um arquivo executável. O Descompilador parte do arquivo executável para o codigo-fonte, como nome surgere, faz o processo inverso do compilador!

Java é uma linguagem interpretada e não compilada. Então,, vamos analisar!
(proximo tópico!)

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Microsoft Surface + Multi-Touch Screen

Microsoft Surface

Microsft Surface (Codiname: Milan), é a mais nova plataforma da Microsoft que, de acordo com Bill Gates, tem uma intensão "futurista", pois teclado e mouse são ausentes. Surface foi feito para haver uma interação mais natural com o uso das maos, voz ou caneta.

Funcionamento

O Surface contém uma tela de 30 polegadas, 5 câmeras infravermelho que detectam os movimentos próximos à tela que são projetados pelo sistema e roda, pelo menos inicialmente, somente aplicativos específicos. Então pode ser considerado um sistema embarcado.

Funciona com Windows Vista e existe a possibilidade de usar alguns equipamentos(câmeras digitais, celulares, pda's) com cabo ou não(wireless).

No caso da interação de outros aparelhos por meio do Wireless, o Microsoft Surface ja vem preparado para reconhecer vários aparelhos com essa tecnologia. Basta colocar o aparelho sobre a tela que o sistema reconhecerá e irá mostrar as opções de interação com o periférico.

Interação

O principal meio de interação é o uso das mãos. Considerando que o formato da máquina é o de uma mesa de um pouco menos de 1 metro de altura que acaba tornando-se confortavel, tanto para a interação, quanto para a visualização da tela.

Aplicativos

Nesta primeira versão há poucos aplicativos, mas muito interessantes, como a edição de fotos totalmente manual. Podendo ampliar, diminuir, desenhar e outras opções mais.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

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Vale resaltar que a Apple, como sempre na frente, já tem um aparelho, iPhone, no mercado usando essa tecnologia.

A multi-touch screen tem como um dos seus principais desenvolvedores Jefferson V. Han, um pesquisador da New York University's (NYU) Courant Institute of Mathematical Sciences, que foi o primeiro a apresentar algo concreto que foi uma tela multi-touch screen. Seu trabalho foi apresentado na conferência TEC (Technology Entertainment Design) em Monterey, California. Vários vídeos já foram produzidos dessa apresentação de Jeff Han e podem ser facilmente encontrado no site do You Tube.

O que é essa multi-touch?

Até então tinhamos no mercado, a tradicional touch screen, que é capaz de identificar somente um toque por vez. Podemos citar como exemplo, os "touchpads" que temos em alguns notebooks e os terminais de bancos por exemplo, onde não precisamos de mouse ou teclado para "navegar".

Com o multi-touch, podemos interagir usando mas do que um simples curso, como estamos acostumado. Essa tecnologia nos permite dispensar completamente o mouses e teclados.

Temos no mercado o aparelho da Apple, iPhone(lançado em 2007), que já possui essa tecnologia. Em tais aparelhos a grande revolução fica na questão de como passamos a manusear(rotacionar, manusear) as fotos nesse dispositivo.

Desenvolver software capazes de interpretar e trabalhar com esses multiplos "click" é uma das parte que me facina.

Vale resaltar que esse invento não surgiu da noite por dia. Multi-touch tem mais ou menos 25 anos de historia, que começou pioneiramente na Universidade de Toronto, com multi-touch tables, e no Bell Labs(multi-touch screen).

Rs, meu lcd não é touch screen, só tenho que receber instruções de um simples clique e tô com dificuldades para interpretar as suas ações.. =X..